domingo, 21 de novembro de 2010

Alma



"Minha alma divaga . . .
Percorre espaços que eu não consigo alcançar.
Minha alma clama . . .
Implora coisas que eu não posso proporcionar.
Minha alma se perde,
corre, foge do meu entendimento.
Somente a palavra para lhe afagar.
Um gole rápido de substâncias nobres,
e minha alma adormece,
embalada pela doce voz de antigos poetas mortos...
perpetuados em mim."
(E.S.S)
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Ah, Clarice, Shakespeare, Neruda, Meireles. . .
Eles sim me entenderiam, clamariam minha loucura e enfeitariam a insanidade com a inconstância de suas palavras.

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